Estes são alguns dos comentários que foram enviados pelos próprios clientes ou por seus responsáveis via e-mail e autorizados a serem publicados neste site.

Entre parenteses está um breve comentário da Dra. Nazareth Ribeiro sobre cada caso.

1) Mãe de dois meninos, crianças, que são atendidos online:

O atendimento online é ótimo. Na minha opinião, não perde em nada para o atendimento presencial, e possibilita a quem reside longe a ter um atendimento de excelência. Procurei o atendimento para um acompanhamento familiar, ou seja, a sessão é conjunta, minha com meus filhos. Educar é difícil, e ter este apoio é muito bom. Nazareth Ribeiro nos acompanha há 06 (seis) anos. Meus filhos estão com 13 e 11 anos, e as sessões com certeza me auxiliarão nesta fase da adolescência. O atendimento online foi a solução para os enormes engarrafamentos que enfrentávamos, e as horas gastas dentro do carro, tendo em vista que residimos em cidade do interior do Rio de Janeiro. Eu super recomendo o atendimento online, graças a ele é que pudemos continuar o atendimento com Nazareth Ribeiro, profissional maravilhosa e extremamente competente no que faz.

2) Quando comecei, fazia faculdade à noite, trabalhava de dia e havia ficado noiva e saído de casa. Com o passar dos anos fui percebendo que meus problemas eram mais profundos do que apenas nos “relacionamentos”. Terminei com meu noivo e voltei a morar com meus pais. Havia vezes durante a terapia em que me sentia confusa, angustiada e sobrecarregada com tantos pensamentos e sentimentos. Mergulhei fundo, aos poucos aquele “mar revolto” foi se acalmando.

Nazareth além de me ouvir, falava, ela me ajudava a entender o que estava acontecendo, o que me trouxe até aquele momento e o que eu podia fazer para melhorar, não só minha vida presente mas na futura. Nazareth também me ajudou quando não sabia se havia feito a escolha profissional certa. Fiz análise vocacional com ela.
Até que em 2001 saí do Brasil e interrompi minha terapia. Na época estava começando a ver meus pais como seres tridimensionais e não apenas com defeitos ou qualidades. Hoje, percebo que queria fugir daquilo tudo, pois tudo o que tinha como verdadeiro, se desmoronava na minha frente. Lembro que Nazareth pediu para que eu desenhasse para me expressar, já que sempre gostei de desenhar. Desenhei na época uma pessoa, eu, caindo num buraco sem fundo, escuro. Era assim que me sentia naquele momento —  com a terapia mergulhava cada vez mais fundo, tive medo e recuei.

Meu relacionamento com meu noivo estava indo mal e foi então que conheci meu atual marido. Só que havia um problema, ele morava nos EUA e era americano. Daí optei por sair do país e ver o que acontecia.
Na semana em que cheguei nos EUA houve o ataque terrorista de 11 de setembro. Tudo mudou no mundo e em especial naquele país onde eu acabara de chegar e pretendia recomeçar minha vida. Dali em diante passei 1 ano de dificuldades, morando mal e com medo. Não era mais a pessoa independente de antes, não tinha trabalho, meu próprio dinheiro, documentos, conta em banco, nada. Só tinha mesmo meu namorado e depois marido, e tempo…bastante tempo para refletir.

Passei por momentos difíceis para me adaptar e estar longe da família. Não pude ir ao Brasil por 5 anos. Levei anos até pode tirar uma carteira de identidade e mais tempo para ter minha conta em banco. Se não tivesse feito terapia aqueles anos todos, não teria tido tanta força e perseverança. Cresci com a experiência e soube entender o por quê de ter chegado aonde estava e o por quê de não ter ido mais longe. Só que apesar de meus progressos não me sentia feliz, entendi então que necessitava voltar a terapia e rever o que havia deixado, entender meu presente e fazer escolhas certas para meu futuro.

Descobri que eu e meu marido tinhamos TDAH e muita coisa começou a fazer sentido. Ao ler sobre o assunto percebi que eu também tinha déficit de atenção, mas diferente do meu marido eu era e sempre fui hiperativa. Fiquei sabendo então já estávamos em 2007, que a Nazareth estava atendendo clientes distantes por telefone ou via internet e via skype. No início não acreditei que surtisse resultado.

Tentei com uma terapeuta nos EUA, mas não tive sucesso. Foi então que 2 coisas sacudiram minha vida novamente; meu marido perdeu o emprego e meu pai morreu. Fui ao Brasil para o enterro e procurei a Nazareth. Fizemos sessões presenciais, e retornei aos EUA. Como estava com pouco dinheiro na época, quis esperar para recomeçar e então meses depois em março de 2008, comecei a fazer atendimentos com a Nazareth  regularmente por telefone. Em marco de 2008, Nazareth confirmou que eu tinha TDAH e a partir dai ela fez uma série de recomendações que tem me ajudado muito. Nazareth sugeriu que eu criasse uma planilha com meus projetos, a curto, medio e longo prazo. Essa lista iria me ajudar a traçar metas e a definir prazos, podendo assim executar o que fosse necessário de modo organizado. No inicio resisti um pouco, pois a ideia de usar listas me fez sentir-me menos capaz, como se tais ferramentas fossem muletas. Com o tempo Nazareth me mostrou que ao contrário, listas, lembretes, etc estão aí para nos ajudar e tornam a nossa vida mais eficiente. Desde que aceitei a ideia e passei a usar listas, me tornei muito menos ansiosa. Antes me sentia angustiada, estava roendo unhas e hoje parei. Estou bem mais calma hoje. Alem disso, Nazareth tem me orientado a priorizar tarefas e meus esforços de modo a otimizar meu tempo. Trabalho como freelancer para 3 empresas e sou professora, com isso minha atenção se divide em 4 todos os dias.

Hoje eu e Nazareth dividimos as sessões entre  coaching e Orientação Pessoal/Profissional. Claro que ambas abordagens estão interligadas e o fato de Nazareth ser especialista em transtorno de ansiedade, TDAH e psicossomática, permite que o tratamento surta efeito muito mais rápido.
Além disso tudo minhas enxaquecas diminuiram em frequência e intensidade. Também como fruto do coaching estou recebendo elogios ao meu desempenho e conseguindo crescer profissionalmente. Em menos de um ano consegui resultados profissionais que não havia conseguido em 6 anos. Voltei ao Brasil em abril de 2013 e dei seqüência a terapia presencial enquanto estava lá e depois segui por telefone. Senti um retorno quase que imediato, pois a Nazareth me conhecia, sabia da minha história, e eu confiava nela. Fui me abrindo aos poucos e permiti que ela me ajudasse. Progredi imensamente! Nazareth me ajudou a entender mais sobre TDAH, a entender minhas escolhas, a superar a morte do meu pai e a me organizar e me acalmar. Estava muito ansiosa, roendo unhas, angustiada. Senti que podia contar com a Nazareth do mesmo jeito de antes. Ela estava lá para me ouvir e me ajudar. Nada havia mudado, tanto o carinho que recebia e precisava, quanto a sua seriedade profissional permaneceram intactos. Foi como se nós tivéssemos  nos falado cara a cara todo esse tempo. Estou melhor, minha vida melhorou!

Continuo fazendo atendimentos via skype, envio e-mails quando sinto necessidade ou por telefone quando estou em local onde não posso usar a internet, e quando venho ao Brasil a vejo pessoalmente. Tenho certeza de que esteja onde estiver poderei contar com a Nazareth, com sua integridade e afeto. Para mim só restam dias melhores! Um de cada vez. Essa clareza de pensamento e serenidade que aos poucos voltam a minha vida eu devo ao apoio incondicional que tive da Nazareth durante todos esses anos. Por tudo que sou hoje e por me ajudar a acreditar no meu potencial, eu só tenho uma coisa a te dizer do fundo do coração:
Muito obrigada!!!!!!!!  ^_^

Um beijo grande Nazareth.

(Esta cliente em 2009 continou suas sessões via Skype e quando esteve no Brasil com o marido para as festas de Natal e fim de ano com a família. Fizemos sessões presenciais, inclusive com a participação do marido (estas sessões foram feitas em inglês), que  surtiram um efeito muito positivo no relacionamento do casal).
Em 2011 a cliente voltou a morar no Brasil e voltou para as sessões presenciais, e fazendo online quando o transito está muito ruim ou o tempo escasso devido ao trabalho intenso, pois ocnseguiu se estabilizar no Brasil mesmo depois de muito tempo!)


3) Quando iniciei meu tratamento com a Nazareth, não pensei que ía me ajudar tanto! Eu estava muito deprimida. O Tdah é muito difícil de lidar, para nós que o temos. Superar a inércia, o desânimo não é fácil. A terapia tem me ajudado muito!! meus progressos estão sendo paulatinos, agradeço muito por isso à Nazareth, que tem me assistido nas consultas sempre com muito carinho. Sei que a Terapia tem me ajudado muito e sei também que depende de mim a melhora, o progresso do tratamento.

Tem dias que estou desanimada, aí me lembro do que ela me fala. Reflito e tento agir da melhor forma possível. Tem dias que chego ao consultório estressada, outros triste, outros sem paciência alguma, mas ela sempre tem uma palavra amiga, uma dica coerente de como agir. Digo que ela é minha fada madrinha, rs, mas é mesmo, pq depois que iniciei o tratamento com ela, me vejo de forma diferente. Vejo as pessoas de forma diferente.
Não consigo me sair bem de todas as situações, mas progredi bastante! Em vista de como eu estava quando cheguei ao consultório pela 1ª vez e como estou agora, só tenho a agradecer á ela , que tem sido uma grande aliada para minha melhora.

(Esta cliente hoje está investindo em sua profissão tentando se independer financeiramente e lidando com sua família de forma mais autônoma).

4) (Este depoimento foi escrito pelo próprio cliente, a identidade de todos foi preservada segundo o código de ética e a publicação de todos foi autorizada pelos próprios).

Com a terapia eu andei lendo com mais atenção os enunciados das provas, coisa que eu não fazia. Minhas notas aumentaram, comecei a me dedicar mais aos estudos e em casa o convívio com meus pais mudou para melhor, pois não tem quase mais brigas em relação a estudos e etc…
Na terapia nós conversamos sobre toda minha vida particular e com isso sou ajudado nas minhas dificuldades. Ao saber que tenho DDA minha mãe, eu e meu pai ficamos surpresos, pois nem sabíamos que isto existia e a partir disso comecei o tratamento com uma pessoa especialista (Nazareth) com este trabalho e hoje me sinto mais seguro!

Meu objetivo agora é passar de ano sem ficar em recuperação e com estas notas que estou tirando agora vou conseguir.

(Este texto foi transferido para este espaço da maneira exata que o cliente escreveu, foi escrito em em 2006 e desde então tem passado de ano direto com ótimas notas. Disse-me que nunca em sua vida havia ficado de férias tão cedo e sem problemas em casa e na escola. Devidos aos resultados positivos resolvemos (eu, seus pais e ele) deixá-lo por um tempo só com a psicoterapia sem a medicação e seus resultados estão sendo ótimos, a partir de (2009) decidimos passar seus atendimentos para 15 em 15 dias).

5) Quando comecei a terapia eu estava com 19 anos, fumando muita maconha e começando a experimentar a cocaína e foi por isto que achei que não podia continuar daquele jeito. Brigava muito em casa, o relacionamento com minha mãe estava insuportável, ninguém me agüentava, acho que nem eu mesmo me agüentava. Eu não tinha conseguido terminar o segundo grau nem o curso de espanhol. Aliás, eu não conseguia terminar nada que começava, até os namoros não iam adiante.

Pensei que a terapia fosse uma chatice, alguém me criticando e dizendo o que eu tinha que fazer. Mas não foi assim. A Nazareth me ouvia, me entendia e a terapia começou a me ajudar, até que um dia ela falou sobre o DDA e tudo se clareou para mim.

Junto com as conversas ela me deu umas dicas que me ajudavam a terminar o que eu queria fazer, fazia uns joguinhos no consultório e em casa e eu  anotava o tempo e levava para ela.
A Nazareth me indicou um médico e comecei a tomar a ritalina. Eu parecia outra pessoa. Ela me perguntou se eu não queria voltar a estudar e eu tinha medo de começar de novo e não conseguir, mas voltei e acabei voltando também para o espanhol.

Terminei o curso primeiro e foi uma vitória e depois conclui meu segundo grau. E aí não sabia mais o que fazer porque achava que não seria bom em nada, nem sabia que carreira escolher. Minha terapeuta tirou mais uma carta da manga e fez uma Orientação Vocacional comigo. Fiz o vestibular, passei e estou quase terminando a faculdade de comunicação.

Há muito tempo resolvi parar de tomar a ritalina e ficar só com a terapia, pode ser besteira, sei que eu poderia fazer mais coisas com ela mas a terapia já me ajuda bastante, tá legal! Ah, demorei para começar a escrever este depoimento mas agora vejo que é bem legal fazer esta retrospectiva, devo ter esquecido de muitas coisas mas posso escrever outro depois.

Ainda esqueço algumas coisas, mas uso a agenda, faço as coisas na hora que lembro, anoto os compromissos no celular e nas planilhas, dentre outras coisas (dicas da Nazareth) . Estou com a auto-estima lá em cima e estou até com namorada já há dois anos. Estou bem e espero poder com este depoimento ajudar alguém com as mesmas dificuldades que tenho. Hoje moro fora do País e faço atendimento online.
(Este cliente terminou a Faculdade e os cursos necessários à sua formação acadêmica, mantém um relacionamente estável há alguns anos, o que antes não conseguia e está trabalhando).

6) "Procurei tratamento com a Dra. Nazareth pelas dificuldades que enfrento em razão de alguns desconfortos desde adolescente. Tive pouco acompanhamento profissional, tendo em vista o desconhecimento por parte da maioria dos profissionais do que me acometia.

Ao conhecer a Dra. Nazareth, tive o diagnóstico de Misofonia. Iniciamos o tratamento online principalmente em razão da distância geográfica mas também porque percebi que ela é conhecedora do assunto e experiente.

Essa experiência tem sido muito proveitosa! O acompanhamento psicoterápico associado ao coaching tem me trazido resultados muito bons!
Iniciei o tratamento online em final de 2015 e hoje eu e as pessoas que convivem comigo entendemos melhor o que acontece com quem tem misofonia, assim temos aprendido a conviver de forma mais harmoniosa com essa situação.

A minha experiência anterior foi de terapia com sessões presenciais e apesar de estar me tratando com a Dra. Nazareth por sessões online, não vejo nenhuma desvantagem em comparação com o atendimento presencial.
O que conta muito é a sintonia entre o paciente / coachee e o terapeuta / coach.

Muito importante também é o local adequado para quem está sendo atendido, de forma que sinta-se a vontade garantindo sua privacidade e evitando interrupções, etc.

Relacionamentos virtuais são uma tendência em quase todos os tipos de relacionamentos hoje em dia e considero que no tratamento psicoterápico é natural que também possa ser assim, desde que o trabalho seja conduzido por um profissional sério e que tenha habilidade para lidar com esse recurso."
(Este cliente teve um resultado significativo em seus sintomas de Misofonia, e apresenta uma grande evolução profissional e pessoal com as sessões de Coaching.)

7) “comecei o atendimento online com a Dra. Nazareth Ribeiro porque eu queria alguém especializado em TDAH. Comecei em 2011 e foi online porque moro em São Paulo, e a praticidade de não ter que sair de casa, pois na época fazia meu curso integral. Tenho 37 agora, entendo melhor como funciona o TDAH, aceitei melhor e entendi como poderia me defender perante os demais. Recomendo o atendimento pois acho bem dinâmico e não deixa na a desejar ao atendimento presencial.

(Esta cliente está fazendo medicina na UMICAMP,  isto mostra que uma pessoa com TDAH pode ser superar e ser ótima profissional, desde que tratada adequadamente e faça sua escolha profissional acertada.)

8) Adulto jovem: Idade: 35 anos
Sexo: Masculino
(Este depoimento foi enviado pelo cliente via e-mail para mim e com autorização para publicação)

Quais sintomas da misofonia atrapalham em seu ambiente de trabalho?
Irritabilidade e falta de concentração em situações que são gatilho:
pessoas mastigando de boca aberta ou fazendo barulhos ao mastigar, deglutir
(alimentos e bebidas).

Que prejuízos você tem com estes sintomas no trabalho e quais recursos você
usou para minimizar o problema?

Os principais prejuízos são: auto-sabotagem, perda de produtividade, perda
de performance cognitiva e capacidade de participar de reuniões em que
ocorrem as situações "gatilho". Diminuição na habilidade de relacionamento
e comunicação devido à irritação que desencadeia comportamentos de
irritabilidade, impaciência, intolerância e comunicação agressiva.

A partir do momento em que passei a fazer acompanhamento com especialista
em misofonia (Nazareth Ribeiro), passei a perceber melhor os motivos pelos
quais me sinto tão incomodado.
O tratamento de biofeedback cardíaco, quando levado a sério (disciplina nos
treinos) colaboram bastante para um equilíbrio em momentos em que surgem as
situações desencadeadoras, colaborando bastante para diminuir o nível de
ansiedade.

O coaching também é uma ferramenta bastante eficaz uma vez que colabora
para um "estado de ânimo" mais otimista onde pode-se cultivar bons
sentimentos e minimizar os efeitos de emoções tóxicas que tantas vezes
atacam, principalmente nos momentos em que estou exposto a situações
"gatilho".

Antes de iniciar o tratamento, sequer havia ouvido falar em misofonia e
sofria mais com os sintomas uma vez que não compreendia os motivos, além do
embaraço e vergonha que sentia, tanto perante meus familiares, quanto com
pessoas do meu ciclo de convivência.

Hoje, depois de um ano de tratamento, percebo melhor os motivos pelos quais
sinto-me incomodado com a misofonia, o que tem me feito aprender a conviver
melhor com a situação. O autoconhecimento faz com que eu tenha melhores
condições de buscar alternativas nos momentos de incômodo. Percebo que as
ferramentas (bioffedback e coaching) são bons recursos para o tratamento de
algo que para muitos é tão difícil de entender.

Em 12 de fevereiro de 2017 

9) Adulto jovem sexo feminino:

Idade: 27

Sou misofonica, no ambiente de trabalho o que mais me atrapalha é o som do teclado do computador, mas hoje não sinto dificuldade pois trabalho apenas com uma pessoa. Após o início do tratamento com o trabalho da respiração e as sessões com a Nazareth, senti bastante diferença referente a irritabilidade em outras situações do dia a dia. Hoje minha qualidade de vida é muito melhor. Fizemos as sessão online e o resultado foi muito bom!